- Duração
- 2 a 3 horas, meio período com refeição possível
- Tamanho do grupo
- 6–40 pessoas
- Cidades
- Quioto
A sessão acontece em um subtemplo (tatchu) de um dos grandes complexos zen de Quioto, escolhido conforme a disponibilidade e o tamanho do grupo; os complexos de Myoshin-ji, Daitoku-ji ou Kennin-ji, por exemplo, recebem a prática do zazen. Um monge apresenta o local, conduz uma ou duas rodadas de zazen e depois convida o grupo a observar o jardim seco (karesansui): pedras, cascalho rastelado, espaço vazio. Segue-se uma conversa, com interpretação, em torno de perguntas preparadas previamente com você.
Para um comitê executivo, esse formato cria uma verdadeira pausa em meio a uma agenda carregada. Não se trata de impor uma espiritualidade, mas de um exercício de atenção: desacelerar, observar o que está ali e aceitar o silêncio antes de decidir. Os temas discutidos com o monge (desapego, simplicidade, impermanência, responsabilidade) costumam ressoar com os desafios atuais de transformação ou de governança.
O zen chegou ao Japão nos séculos XII e XIII e marcou profundamente a arquitetura, os jardins, a cerimônia do chá e as artes marciais. Os jardins secos de Quioto são sua expressão mais conhecida. A sessão pode ser estendida com uma refeição vegetariana de templo (shojin ryori) ou com uma sessão de trabalho em uma sala privativa nas proximidades.
Objetivos
- Oferecer à liderança uma verdadeira pausa e um momento de distanciamento
- Praticar a atenção, a escuta e a qualidade das decisões
- Abrir uma discussão sobre liderança por outro ângulo
- Compreender a influência do zen na cultura japonesa
Como funciona
- 1Definição dos temas da conversa com você, repassados ao monge e ao intérprete.
- 2Traslado em veículo privativo até o templo, com chegada antecipada para aproveitar a calma.
- 3Apresentação do local e instruções de zazen.
- 4Uma ou duas rodadas de meditação sentada e, em seguida, observação do jardim seco.
- 5Conversa com o monge, com interpretação, sobre os temas escolhidos.
- 6Opção: refeição shojin ryori ou sessão de trabalho nas proximidades.
Bom saber
- Roupas discretas, folgadas e de cores neutras; sapatos retirados, meias limpas.
- O zazen é praticado sentado em uma almofada no chão; cadeiras podem ser providenciadas para quem precisar.
- Formato intimista: de 6 a 40 pessoas; grupos maiores utilizam vários templos ou sessões sucessivas.
- Realizada no interior das salas do templo, por isso acontece mesmo com chuva; no inverno, as salas são pouco aquecidas.
- A disponibilidade depende do calendário religioso do templo e é confirmada após a aprovação do templo.
Orçamento indicativo
Valor indicativo: a partir de ~€ 150 por pessoa (acesso ao templo, monge, intérprete, veículo privativo), mais para um formato privativo destinado a um pequeno comitê ou com refeição shojin ryori.
Perguntas frequentes
É preciso ter experiência em meditação?
Não. O monge explica a postura e a respiração passo a passo, e as rodadas de zazen são curtas, de 10 a 20 minutos. A sessão foi pensada para iniciantes.
A sessão é religiosa?
Ela acontece em um templo e respeita seus costumes, mas nenhuma crença é exigida de ninguém. O conteúdo se concentra na atenção, na reflexão e na liderança, em linha com seus objetivos.
É possível combinar a sessão com uma reunião de negócios?
Sim. Muitas vezes programamos a sessão zen pela manhã, seguida de um almoço shojin ryori e de uma sessão de trabalho em uma sala privativa ou em um hotel próximo.



